Diário de Bordo - Aldeia Sobral - Palco Giratório



Por Herê Aquino
Começamos nossas viagens através do Palco Giratório por Sobral, cidade situada na região Norte do Ceará, a 235 quilômetros de Fortaleza. Além do espetáculo “Encantrago – Ver de Rosa um Ser Tão” levamos também “Ensaio para um Silêncio” e uma oficina sobre o “Teatro Ritualístico” que é o tema de investigação do grupo Expressões Humanas. Ficamos dois dias nesta cidade que ainda possui uma arquitetura de prédios históricos lindos e que é abraçada pela beleza e presença forte do rio Acaraú e da Serra da Meruoca. Nosso contato e interação com as pessoas se deu principalmente e encantadoramente através dos dois espetáculos que, através do jogo entre os atores e os espectadores, proporcionaram uma participação direta, aberta e afetiva com o povo dessa terra . Obrigada a  todos que nos presentearam com suas manifestações e ao Tony e a Cris, representantes do SESC Sobral, que nos receberam de forma carinhosa e nos ajudaram dando o devido apoio local que os grupos necessitam.

Por João Paulo Pinho
Estamos na Van do Sesc, voltando de Sobral para Fortaleza. Chegamos na quinta e apresentamos no mesmo dia. Na sexta, o grupo Expressões Humanas apresentou Ensaio Para Um Silêncio (repertório comemorativo dos 20 anos de atividade do grupo).
Como trata-se da primeira viagem pelo Palco, vale dizer um pouco das impressões primeiras sobre o festival. Primeiramente, só tínhamos viajado para festivais de teatro e logo de início sentimos falta daquele movimento todo com a cidade lotada de artistas. A cidade permaneceu a mesma, nós é que tivemos que nos adaptar ao seu ritmo A recepção foi maravilhosa, os técnicos super proativos e a produção local bem atenciosa. Primeiro desafio: adaptar cenário e luz às condições disponíveis (espaço e equipamentos, principalmente) . Montamos o cenário e Wallace ficou montando a luz durante a tarde. Quando retornamos ao Teatro São João, 16h, a luz ainda não estava afinada e o pouco que nos restou foi pensar em algumas cenas comprometidas com a redução do espaço cênico (duas lutas de espada e pernas de pau). "Pessoal, vinte minutos para começar!", grita a diretora. O próximo grito, dez minutos depois deveria ser o da superlotação do banheiro. Mas não tivemos tempo pra isso. Em vinte minutos tivemos que dispor todos os objetos de cena, alongar, aquecer voz e corpo e passar algumas músicas. Assim fizemos. Lá fora chovia e por um instante pensei se daria público mas logo percebi os olhares curiosos dos que esperavam no hall de entrada. No foyer, um grupo de estudantes de teatro conversava com Herê. Juntamos as mãos, passamos duas músicas, trocamos diversos olhares e energia.
Três batidas na caixa percussiva e o cortejo iniciou o ritual. Um público formado na sua maioria por senhoras, jovens atores e alguns residentes dos cursos de saúde que viríamos a conhecer na noite seguinte, num bar. Pessoas que certamente foram poucas vezes ao teatro mas que estão construindo um olhar e se permitem mergulhar na proposta. Durante todo o espetáculo, risinhos tímidos das senhoras e comentários ao pé do ouvido revelavam a quão nova era aquela experiência. As contrações, visíveis principalmente nos momentos de nudez, deram espaço para o longo aplauso ao final. Quase não consigo falar ao final, eles saíram correndo, pareciam querer falar pras vizinhas do ocorrido no teatro municipal. Agradecemos ao SESC, aos técnicos locais e à cidade.
Naquela noite saímos pra jantar e logo já estávamos na cama. Na manhã seguinte eu e Juliana Veras fomos ao Museu do Eclipse. Durante a tarde descansamos e na noite, depois de Ensaio Para Um Silêncio, dançamos um belo forró pé de serra num bar chamado Lagos. Parte do elenco foi dormir, outra parte continuou nos bares da cidade. Fomos ao BARDAKAL, bar gay distante de tudo, talvez para fugir da hipocrisia ou esconder-se dela. Lá encerramos a noite, quase dia. Permaneci acordado até agora, 10h, onde o verde cerca a paisagem e Maria Bethânia canta no som do carro.
Adeus, vou pra não voltar
E onde quer que vá
Sei que vou sozinho
Tão sozinho amor
Nem é bom pensar
Que eu não volto mais
Desse meu caminho...
...na estrada, 24 de Abril de 2010

Por Juliana Veras
09h36 de 22 de abril de 2010, estamos numa van do SESC indo de Fortaleza para Sobral Ronaldo (motorista) e Murilo na frente, segue João Paulo, eu e Monique, segue Nat e Lili, segue Botafogo, Katiana e Marina, segue Wallace (talvez sua única viagem este ano conosco), Marina Brito e Herê. A Anna irá de ônibus às 11h.
Este momento jamais se repetirá, como todos nesta vasta vida de precipícios, plataformas, planícies espirituais, desventilações...
Esta é nossa terceira apresentação de Encantrago no Palco Giratório. Muitas emoções. Somos frutos de nossas escolhas, os resultados de nossos trabalhos são fruto de nós. Frutos. Sementes. Até quando. Me parece que chegamos, logo, não há muita concentração para trazer as emoções das duas primeiras apresentações agora, em 17 e 18 deste mês, no Teatro SESC SENAC Iracema. Pérola, público, uvas, meus alunos do Princípios Básicos, Ravel, a vida. Figurino novo, músicas novas. Caetano Veloso no som, depois de Clara Nunes e outros parênteses. 

Nasce uma mania de escrever em viagens. Escrevo dentro da van, voltando para Fortaleza, 10h09 de 24 de abril, 2010. Ronaldo, Marina Brito, Herê, segue eu, Mona, Kati e Lili, segue Nat e Botafogo, segue Wallace e João, segue Murilo. Anna e Marina voltaram antes. A apresentação foi estranha, o publico, talvez por não estar acostumado, ria o tempo todo dos momentos patéticos (Aristóteles). Fuga. Como a vida. Clara Nunes.

Tivemos dificuldades com a técnica, demoramos a receber o palco pronto para preparar a energia de cena. Além de acasos mais comuns, um técnico, esqueci o nome, Marcos talvez, levou um choque e derrubou uma lâmpada PAR, cortou o nariz!, e encheu o palco de caquinhhos e gotinhas de sangue, mas ficou tudo bem graças a Deus. (...)


Apresentamos "Encantrago" em 22/04 à noite, quinta, e ontem, sexta-feira, foi dia de "Ensaio para um silêncio", espetáculo do Expressões Humanas que foi conosco como repertório, ou seja, alguns encantragueiros livres para curtir o território sobralense. Eu e João acabamos indo para o Museu do Eclipse, onde tive muitas descobertas e redescobertas maravilhosas sobre minha adorada astronomia. (!) O Sistema Solar realmente está cotado em oito planetas, Plutão não tem uma das três características que qualificam um planeta. As três são: ser arredondado; seguir uma órbita; e ter os corpos espaciais ao seu redor sob seu controle e influência, como a Terra hedonina, a atrair estrelas cadentes. Sedna também foi pressa de astrônomo empolgadiço, como um tal de Seris ou Siris, que ficaria entre Marte e Júpiter (?). O amor é lindo.


Depois do espetáculo jantamos separados em dois restaurantes diferentes. O que fui, em frente à praça do arco, comida deliciosa e preço baixo. No outro dia almoçamos lá.


Embora o movimento do Palco Giratório em Sobral seja bem menor que o Festival em Fortaleza, tivemos a felicidade de encontrar alguns amigos artistas, como a dançarina Tatiana Valente, que estava na cidade para realizar uma oficina, assistiu a peça e foi conosco para uma farra boa ontem à noite; e a atriz Dani Barros, que apresentará hoje aqui o monólogo "Ele precisa começar", e domingo e segunda
em Fortaleza. Ciomar, olhos verdes e rosto luminoso. Sua filha, Taís, também luminosa e linda, coincidentemente nos encontrou na noite. Nos dividimos, alguns tinham ficado no primeiro restaurante, dançando pé de serra com os meninos de 75, seguimos para o Bardakal, e outros voltaram para o hotel. Grupo grande, desejos diversos, o importante é se respeitar. (Um mês depois... rs)



Por Marina Brizeno
22.04.10
Encantrago – Palco Giratório – Sobral
Pós-parto, com as dores e tudo, mas com a alegria no final de tudo. Nascemos essa noite. Fomos vivos e morremos com esse povo. Comungamos aqui, meio ainda cheios de expectativas, ansiosos pelo começo que acaba de vir. O começo de mais um percurso, mais uma travessia.
Fazer Sobral foi rápido, principalmente para mim, que voltei antes... Imagine para a Anna, que foi e voltou no mesmo dia... Mas para mim foi rápido, a cidade dentro do seu ritmo normal, nós enfurnados dentro do teatro, os técnicos no palco, coisas a providenciar. Tudo assim, bem cronometrado. Talvez seja um ritmo ao qual teremos que nos acostumar... Não sei, tudo ainda é novo, estamos apenas começando...


Por Marina Brito

Senhora Santana e Meu Pai Oxalá nos abençoaram!
Eu me perguntava: “Como é que Encantrago vai caber aqui, neste “palco italiano”, pequenininho e com tanta coisa que a gente tem que colocar em cena, cenário, objetos, e além de tudo o público... ah! num vai caber não! Que nada! A gente já ensaiou em lugares muito menores, vamos “tirar de letra”. Será?”
Minha cabeça tava que era uma confusão só! Colocamos o cenário no palco e zarpamos para o hotel, tomar banho e descansar da viagem. Voltamos ás 16h e nos deparamos com toda aquela parafernália da iluminação. Demora infinda... ajeitamos nossos objetos cênicos como podíamos e aproveitamos também para tirar umas “fotinhas” daquele Theatro tão lindo, pequeno e fofo. Encantador. Eu me senti um pouco em casa, pois em 2006 estivemos por lá com “A Hora da Estrela”.
Pois bem, faltava uns 15min para o espetáculo começar, a técnica ainda não havia finalizado a iluminação, a chuva era grande e forte lá fora, o público nos espiava por entre as cortinas do hall, e nós ali... será que vai dar certo? Círculo pequeno e aberto...
Fomos nós então! A chuva não nos deixou sair, mas esbanjamos alegria naquele hall.
Foi desafiador! Público difícil... mas que nos olhavam atentos, diante do que não se esperava... Palco apertadinho, mas que cabia dentro da gente e das nossas comunicações “secretas” em cena. Ah! Como nos ajudamos! E como percebemos um ritmo certo para cada platéia. Não é por acaso que uma baqueta milagrosa estava ali ao alcance dos meus olhos e da minha comunicação com a Lili. 
Vitória! Vencemos uma batalha. E em meio aos aplausos, sorrisos e abraços, vitoriosos fomos dois: nós e o público.




Por Liliana Brizeno

Primeira viagem. Aqui pertinho a mais ou menos quatro horas de estrada. Íamos para Sobral–CE. Acordamos cedinho, porque no mesmo dia da viagem íamos ter apresentação. Saímos de Fortaleza umas 6 da manhã do dia 22 de abril. Estávamos animados. Não era a primeira vez que viajaríamos com o ENCANTRAGO, no ano passado já tínhamos ido para o Cariri-CE, Refice-PE e Guaramiranga-CE. Mas era a nossa primeira viagem pelo Palco. Responsabilidade era o que tínhamos na cabeça. A viagem foi tranqüila. Chegamos, fomos no SESC e depois no teatro. Meu Deus, o teatro... Teatro São João. Lindo. Um Senhor de uns 135 anos. Eis um desafio. Ele era pequeno para o que temos como espaço ideal. Adaptamos daqui, falamos dali. Foi um caos. RS... Deu certo. Montamos o cenário, organizamos os adereços. Fomos comer e descansar um pouco no hotel. Logo mais tarde, chegamos ao teatro. Tensão. Alguns probleminhas técnicos fizeram com que a gente não pudesse desbravar o palco antes da apresentação. Assim, como fazemos de costume. Mas foi isso. A apresentação iniciou-se. O cortejo saiu e vimos às carinhas daquele povo bom. Logo, vão se amontoando uma porção de “senhorinhas” ali mesmo, no lado do círculo que eu fico. Eram umas oito, não sei bem... Meu Deus, que coisa linda. A emoção rolou solte, principalmente no momento do texto que eu sito a “velhice”, que coisa, hein. Eu, uma pirralha. Elas riam, riam muito. Protegiam-se. E aí a apresentação foi se seguindo. Apertadinha, por conta do espaço. A cada momento um grito. Um “pelo amor de Deus” lá no fundo da alma. Fomos guerreiros.

No dia seguinte, alguns foram desbravar a cidade. RS... A Herê passou o dia todo dando oficina, exausta. E o restante foi pro teatro preparar a apresentação daquele dia. Um peça de repertório do Expressões Humanas chamada, Ensaio para um silêncio. Logo mais a noite, a apresentação. Num tom bem intimista o pessoal do elenco foi conquistando a confiança do público. Uma diversão. Uma emoção.
Logo após, jantar, forró rastapé... Bom demais.

Voltamos. Estamos aqui, fortalezenses, cearenses. E aguardamos ansiosos por mais lugares, por mais olhares... Ouvi de uma amiga que “a vida em outro lugar é sempre mais bonita...”, será? De certa forma, é. RS...
E aí Palco Giratório, é isso? A gente quer mais... Muito mais. Já sentimos um gostinho bom.
E esse povo aqui tem sede, viu.
MERDA! E viva a vida! Luz! Paz! Sorte! MERDA!!!


Por Annalies Borges


Madrugada de 22. 04. 04 e meia da manhã. Passagens? OK. Roupas? OK. Figurino? OK. Valha-me! Já são cinco e meia! Corro para o banho, e já estou no ônibus indo para...onde, meu Deus, onde? Escola. Minha atividade ganha-pão, crianças me sugam, olhos nem sempre atentos mas estão lá. até que horas dou aula? 10 e 20. e o ônibus sai às 11h. Saio descabelada pelas escadas, corredores, divido as despesas de um táxi com o Soares, ainda bem, senão eu não teria chegado a tempo. Rodoviária, meu Deus, vou viajar sozinha? Será que vale tanta vida assim dividida? E se eu me contento em ser normal e continuar na minha rotina aula-casa-fim de semana TV cinema - aula - casa... Hum... Meus pais aflitos me esperam na rodoviária, parece até que eles é que viajarão e não eu. E olha que é para estar bem aqui ao lado, numa cidade irmã, nessa Terra de luz em todos os sentidos.
O ônibus sai. Estou só, na poltrona, e as expectativas começam a me corroer o estômago: "Já começamos?" Já. Nos dias 17 e 18, na verdade, mas lá estávamos completamente em casa, as reações eram, de certa forma, esperadas, sabíamos que os sorrisos seriam sinceros e os aplausos pareciam afagos de almas já conhecidas. Agora não. Território diferente e eu sequer teria tempo de sentir o cheiro do lugar, ouvir a voz das pessoas, tal estava o meu tempo cronometrado para essa passagem (pois nem viajei de fato). Olhei pela janela do ônibus e percebi a paisagem se modificando, uma mistura de casinhas simples, com pessoas e seus olhos de coruja; verde, verde, verde, dei graças por ver uma paisagem tão linda a caminho de um sertão. 
De repente o tempo se fecha e o que tenho é um céu como há muito não via. O céu se divide. De um lado um sol sedento de permanecer, do outro as nuvens negras aparentemente raivosas. Degladiam-se. Mas qual não é a minha surpresa, a água que cai me dá uma paz tão grande como se limpasse de mim qualquer ansiedade ruim. Meu coração se aquieta e me dou o direito de esquecer tudo que aconteceu antes de embarcar no ônibus.
Sobral... Que cidade é essa? Como conhecê-la em minutos? Guardo na mente as imagens que o ônibus me oferece. Prendo-as em mim, porque sei que o tempo será curto. Vou para o hotel, ainda estou perdida, chego e já saio porque já vamos ao teatro ficar concentrados para a apresentação. Palco pequeno, mas acolhedor. Arquitetura fofa de se sentir, o cheiro das cadeiras, a dedicação dos que nos ajudam a entender o momento. É certo que tivemos que nos adaptar às condições técnicas que nos eram oferecidas, que a luz demorou para ficar pronta, mas estávamos ali. Nossa primeira viagem no Palco Giratório. Nossa travessia já iniciada. E com um público diferente do habitual.
Início de espetáculo e, lá fora no foyer, senhoras de idade e suas amigas nos sorriem e eu sinto como se, de alguma forma, cada sorriso viesse de meus parentes, minhas avós maternas do interior de Quixadá com as quais quase não tive tempo de conviver. Os jovens estudantes de teatro ansiosos, olhos atentos, coração aberto a cada respiração nossa! A apresentação termina e tenho que correr para a rodoviária de novo. Que vontade de ficar mais um pouquinho. Janto e converso com o rapaz que faz minha tapioca. Ele pergunta: "O que você faz por aqui?" E respondo: "Sou atriz!" Meu coração acelera e entro para no ônibus. Descanso no caminho de volta. Mas minha alma já está no Palco. No Giro.   


Por Monique Cardoso

5:00 o carro me espera lá em baixo. Descemos eu, a Nega, e o Paulo, que dormiram na minha casa para facilitar a logística. Seguimos para o ap do João, pegamos ele, Ju e Wallace. Passamos na Mar Briz, Naty e Lili. Na Herê, a Marina e Murilo. A Anna foi de busão depois. Logo na saída a Naty leu as impressões dos seus alunos sobre o espetáculo. Foi lindo ouvir a percepção de pessoas especiais. Seguimos uma viagem regada de boas músicas. Chegando em Sobral passamos no Sesc, e fomos para o Teatro São João. Pensamos como seria o espaço, e já começamos a ter que nos adaptar, assim fizemos. Almoçamos do lado do teatro e fomos pro hotel. Eu tive que voltar para acompanhar a montagem das arquibancadas. Voltamos para o teatro e a luz ainda estava sendo montada, foi uma correria só, a quinze minutos do início e ainda muitas coisas por fazer e a chuva que não parava de cair lá fora. Começamos nossa marchinha no hall do teatro, o público em cima do palco, os risinhos tímidos das senhoras estiveram presentes o tempo inteiro. Muitas pessoas entregues ao jogo. Depois de uma viagem, uma montagem bem conturbada, e uma apresentação que desprendemos muita energia, nem mesmo a caipirinha de R$ 0,89 no restaurante da rua do Arco foi capaz de animar esse povo. No dia seguinte "Ensaio para Um Silêncio", foi lindo. Após a apresentação fomos junto com a Dani e a Fernanda para um restaurante que tinha um forró pé-de-serra. Eu e a Kati ficamos no forró, uma parte para um barzinho "alternativo" rsrs...e outros foram dormir. No outro dia voltamos cedão pra Fortaleza, ouvindo Maria Bethânea e cansados, muito cansados. 
 

Comentários

wellington disse…
Bom dia Grupo Expressões Humanas passei para parabenizar à todos vocês pelos belissimos espetáculos que vocês nós permitiram adimirar, nós fazendo viajar para longe, muito longe...
Espero que vocês venham muito mais vezes, pois vocês não sabem como é satisfatório ir-mos ao teatro ver belos espetáculos como os de vocês, muito obrigado!
Wellington Mendes, Sobral, 30 de abril de 2010
Adriana Pimentel disse…
Estou adorando o Diário de Bordo... aguardo por mais novidades... Beijosss e sou fã do trabalho de vocês Beijosssss
Agradecemos o carinho Wellington, nos encontraremos mais nesta travessia!

Valeu Adriana, por acompanhar nosso trabalho e nosso diário de bordo.

abraços!

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